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15/04/2020

Alentejo Desencantado

Título: Alentejo desencantado
Autor: Mário Ventura
Fotografias: Augusto Cabrita
Editora: Livraria Bertrand
Edição:
Ano: 1976
Nº Páginas: 242

Preço: 10,00€
Referência: 15041

Estado: Capa danificada na parte superior da lombada e no canto esquerdo da capa frontal (possível ver na imagem). Interior impecável.

21/11/2017

Alentejo Desencantado

Título: Alentejo Desencantado
Autor: Mário Ventura
Textos desta edição:
Fotografia: Augusto Cabrita
Tradução:
Editora: Livraria Bertrand
Ano: 1976
Edição: 3ª
Nº págs: 243
Dimensões: 16 cm x 21 cm
Estado: Muito bom - possui fotografias a preto e branco

Preço: 12,00 €       
Refª: 1710044

Sinopse:

08/02/2015

O DESPOJO DOS INSENSATOS

Título: O DESPOJO DOS INSENSATOS
Autor: Mário Ventura
Capa: Tiago Cunha
Editora: Notícias editorial
Edição: 2ª
Ano: 2000
Nº de págs.: 199
Conservação: Como novo

Preço: 7,50 €
Referência: 1502028
 
Sinopse: Em Açoreira - povoação fictícia - José Álvaro, jornalista de profissão, desiludido com a alienação e a falta de perspetivas dos meios que frequenta, procura o isolamento propício à compreensão de uma sociedade enredada nas suas impotências e contradições. A par da sua revolta interior emerge nele um herói que não quer ser.

11/01/2014

À SOMBRA DAS ÁRVORES MORTAS

Título: A Sombra das Árvores Mortas
Autor: Mário Ventura
Capa: José Cândido
Ano: 1966
Nº págs: 300
Editora: Livraria Bertrand
Estado do livro: Bom, com algumas marcas ácidas

Preço: 9,00 €
Refª: 1401004

Sinopse: Esta narrativa  foca um sector da juventude portuguesa na sua vivência quotidiana, nos seus conflitos com os pais e com a sociedade, alheados em aventuras inúteis e ociosas. No seu percurso de aprendizagem, de teddy-boy até à consciencialização social, a personagem central, Lázaro, compreende, a pouco e pouco, que as aventuras do grupo em que se incluía não possuíam finalidade nem proveito e que o único sentido da existência é a capacidade de intervenção directa na sociedade: sombra das árvores mortas... Não basta que as abandonemos, como eu e o Filipe quisemos fazer - é preciso derrubá-las, entendes? Se fores capaz de aceitar isto talvez eu não fique sozinho nesta mudança."